Ausência.
Constante falta de algo oculto, ainda não descoberto pelo qual pensa algumas vezes durante uma ação ou outra, algo que flutua como a pétala de uma pequena flor nova, cheia de duvidas e insegura, tentando descobrir para onde o vento vai levá-la. Idéia fixa de constantes pensamentos embaçados, distantes e destorcidos; não há como ficar mais forte, a idéia é muito vaga e incompleta, incerta demais para que a veja com clareza, verdadeira demais para que a perca e falsa demais para que acredite.
Persistência.
Constante procura da razão de tal ato, tal idéia, questionamento ou pensamento; algo que afunda como uma pedra em um lago calmo e límpido, que pode ser vista descendo, distante, até que leve a mão até o fundo e a puxe novamente para a superfície quando achava que finalmente ela fosse afundar e voltar a ser o que era: apenas idéia. Você segura à pedra com toda a força, até que ela faça marcas sob a pele que a pressiona, e ficarão ali, e nunca vão se fechar a não ser que deixe que a pedra afunde novamente.
Paciência.
Incessante espera, força e compreensão. Tudo parte de um aprendizado quase forçado, que te leva a sonhar com as coisas na qual persiste de uma forma mais positiva e abrangente. Tal qualidade que te eleva ao estágio de quase calma, onde você pode respirar o ar puro que mora ali. Você inspira milhões de partículas de oxigênio regadas pela certeza de que hoje é mais um dia, e que cada vez você fica mais perto.



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